sábado, 27 de julho de 2013
Ainda respiro!
É verdade... Isto parece morto mas a proprietária ainda sobrevive, o tempo é que parece escassear. Dizem que uma imagem vale por 1000 palavras, vou deixar aqui algumas e daqui a uns dias trago as palavras.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Nunca o nome deste blogue me fez tanto sentido
Viver no meio do Oceano também é o imenso de viver isto, de ver algo crescer depois de ter pensado que o que nos separava era bem mais que um Oceano. Às vezes o que separa as pessoas é só o medo. Medo de ser feliz? Porquê? É o melhor do mundo! Medo só se for de perder tempo a ter medo de ser feliz...
E hoje escrevo isto MUITO FELIZ, porque os melhores momentos são os imprevistos!
segunda-feira, 24 de junho de 2013
O meu amor é doce
Sou uma menina feliz, mas consigo ser ainda mais feliz quando tenho comigo a pessoa que me aquece o coração. O meu amor é doce e simples, não obedece a estereótipos, e aparece sempre sem avisar. Vive de segundos de paixão, minutos de cumplicidade, horas de carinho e todo o tempo de amizade. E se a felicidade é um caminho, que o meu fado seja percorrê-lo ao teu lado.
terça-feira, 18 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
As meias-palavras
Nunca gostei das meias-palavras. Aliás nunca gostei de nada pela metade. Gosto do sim e do não e de saber o que quero, nunca da indecisão. As coisas pela metade nunca são gloriosas, são fracas, não vencem. Elas até podem acrescentar alguma coisa à nossa vida, mas nunca o suficiente. As meias-palavras são a ilusão de que um dia possam ser palavras no seu todo, mas na verdade nunca o chegam a ser. Vamos perder a vergonha e falar por inteiro? A integridade sempre me pareceu bem.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Each one is special in his own away
Acabei agora de ver este filme. Não se guiem pelo trailer, o conteúdo vai muito além da típica história dos vizinhos que se conhecem. Não é uma obra-prima mas acreditem que merece ser visto, é o perfeito exemplo de que cada uma é especial à sua maneira. E de que o amor não ultrapassa todos os obstáculos.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Das teorias de sempre #1
É verdade que só sentimos falta das coisas que "tínhamos na mão" quando as perdemos ou deixamos ir? Pessoalmente não digo nem que sim nem que não. É um talvez (e eu nem gosto muito das coisas que não são sim nem sopas...), porque depende do que perdemos, da idade com que o perdemos e das voltas que a vida dá. A verdade é que aquela coisa a que chamamos nostalgia é real! Existe mesmo, gostamos de recordar o que passou, com uma certa saudade, com a vontade de repetir o momento, quando temos noção que foi bom e que de alguma maneira nos fez felizes. Não foi isso que aconteceu? Então fizemos bem em deixar ir, porque, às vezes, quando perdemos, ganhamos.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
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