quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Era só ter ouvido esta música

"Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz
Nunca mais voltes à casa
Onde ardeste de paixão
Só encontrarás erva rasa
Por entre as lajes do chão
Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado"

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Fotografia

Adoro fotografia. E adorava ter tempo para aprender a fotografar. É mais que ficar com uma recordação, é um prazer fotografar o que chama a minha vista. E não é preciso muito: uma compacta ou um telemóvel, ter imaginação, captar o teu ponto de vista, clicar e já está. Depois é só brincar com as cores, dar a vida que queres à fotografia e olhá-la quantas vezes quiseres.







terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O desmame

Porque é que não conseguimos sorrir todos os dias, e ainda assim temos de parecer sempre fortes? Há dias em que devia ser permitido dizer que estamos magoados, sem sermos olhados com pena, como alguém que não consegue resolver os seus problemas ou não consegue gostar de si, só.
Quando amamos alguém que não nos ama saímos magoados. Primeiro porque o amor é como a heroína: vicia-nos. Num ápice habituamo-nos à pessoa, ao carinho, às palavras, ao ter aquela companhia com quem partilhamos a nossa vida. E no fim, como na toxicodepêndencia, há o desmame. Há aqueles que também lhe chamam luto. Prefiro a minha definição. É a fase de tentarmos viver sem a outra pessoa. Tentar... Como na droga. Os corajosos conseguem! É tudo uma questão de tempo para eles. Mas esse tempo é duro. Aporta muitas lágrimas, muita mágoa, memórias, tantas. Hoje como em muitos dos dias passados quis dizer o quão magoada estou. Mas esta dor é assim: sofrida para dentro. Somos nós que temos de lutar sozinhos contra ela. Não há cirúrgias que a possam remover, nem terapias alternativas que miraculosamente a façam sucumbir em nós.
A mágoa é um sentimento feio. Faz-se de dias tristes. Grita lá dentro sem se poder ouvir cá fora. E eu só quero ser FELIZ!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Adenda ao post anterior


Rir é o melhor remédio, para tudo! Riam-se à vontade, riam-se das coisas boas, e riam-se das menos boas. Riam-se porque é tão bom viver! Riam-se por terem uma família. Riam-se por terem amigos. Riam-se porque são amados. E riam-se mais... Todos os dias.

sábado, 30 de novembro de 2013

Dos dias muito bons


Para mim os dias muito bons não são necessariamente aqueles em que fomos beber café a um sítio novo e que até é muita giro, nem um dia em que tirámos um 15 numa cadeira da faculdade, muito menos aqueles em que ficámos o dia todo na ronha a ver 10 episódios de uma série qualquer...Adiante, um dia muito bom tem uma condição primária para o ser: a companhia. E das duas uma: ou estou sozinha, que isto às vezes mais vale só que mal acompanhada (e eu até gosto da minha companhia), ou estou com alguém que é mesmo importante para mim. Ponto número 2: quando estamos bem acompanhados às vezes nem importa muito o local, que esta história de ser feliz, é "onde" o homem quiser..., mas se for um sítio natural e com pouca gente melhor. Pronto, pronto, já só falta falar do vinho, eu sei: olhem era muito bom. Não tão bom quanto a companhia, mas isso é capaz de não existir.

domingo, 24 de novembro de 2013

Isto de ler crónicas lamechas no Público tem de acabar

De vez em quando deparo-me com aquelas crónicas, cada vez mais frequentes, do jornal "Público", sobre aquela coisa... Como é que lhe chamam mesmo? Ah, emigração. É isso.
E começo-me a chatear com isto, porque não consigo dizer não. Tenho sempre de as ler. E deixar mais umas gotas de água salgada no mundo.
Apesar de nunca ter vivido a realidade da emigração, já estive longe e, ainda hoje, poucas vezes consigo estar tão perto quanto desejava. E esta crónica tocou-me mais que as outras. Lembrei-me da minha família, do que é estar longe, principalmente nos dias especiais, nos aniversários, nos momentos em que queremos saborear uma "vitória" ou, apenas, desabafar sobre um mau dia:

"A saudade, que só se tem em ausência, é ainda assim um saco que nunca se esvazia, mesmo quando estamos juntos todos os dias, porque são dias contados. Nunca poderei devolver a quem amo os dias que lhes retirei. Posso só tentar que os que partilhamos sejam grandes. Posso só ser mais amor, tentar ser menos falha, e pedir com a humildade da minha pequenez que a vida me permita dar-lhes muito mais."

A pessoa que escreveu isto não está certamente sozinha, para além de mim, devem existir milhões de pessoas no mundo a passar por isto. E está tão certo, o tempo não volta atrás e nunca poderemos devolver às pessoas que amamos os momentos em que deveríamos ter estado juntos e não estavamos.
Dói ainda mais quando olhamos para o futuro e não o vemos junto deles, não por não querermos mas sim por não podermos, por falta de oportunidade, por ter de investir, para chegar tão longe quanto pudermos. Que assim seja, e que estejamos sempre perto, pelo menos no coração.


sábado, 26 de outubro de 2013

Sobre a hora de partir

Ele descreve o momento da ida: "Aqui estás tu, a tocar-lhe no rosto com as duas mãos e a dizer-lhe que “vai correr tudo bem”.”

O jornalista Nuno Andrade Ferreira escreveu isto, leiam!


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Bonsoir

Antes de mais aproveito para dizer que adoro desenrascar-me em inglês e ser desenrascada por falar inglês... Porque isto de dizer uma dúzia de palavras em francês e meia dúzia em alemão não nos leva a lado nenhuma na Suíça, aliás, por falar nisso, a qualquer lado que queiram ir está lá o comboio para vos levar. Eles têm uma rede ferroviária brutal, super organizada e pontual (como todos os serviços, aliás!)
Quanto ao resto, aqui estou, triste por ter tido de voltar, mas feliz da vida com estes dias.








quarta-feira, 16 de outubro de 2013

On y va!!!






Prometo que depois faço um post com a verdadeiras, tiradas por mim ;) Au revoir! 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Troca por troca

Aqui está a nova filosofia do governo em relação aos funcionários públicos: "já que vos demos mais 5 horas semanais, no lombo, agora está na hora de vocês nos retribuírem com 10% do vosso ordenado. Sem piar!". É só para confirmar que continuamos assim... Sem puto.

sábado, 5 de outubro de 2013

Sobre a selecção da TAP

Vamos lá a ver uma coisinha... Em relação a isto. Desde quando é que a altura de uma pessoa é factor eliminatório para ser hospedeira de bordo? É-se menos inteligente, menos educado, menos responsável ou menos comunicativo por se ter 1,55m ou 1,60? É por não se conseguir ajudar o passageiro a colocar a bagagem de cabine no local? É que eu tenho 1,58m e sempre consegui chegar ao compartimento sem dificuldade.
Além disso, caros gordinhos de Portugal, vocês até podem ter 1,80m, um QI de 130, mas não podem pertencer à equipa de comissários de bordo da TAP que isto o corredor a modos que é estreito e eles não querem para lá rabos gordos a circular, já chegam os de alguns passageiros, e mesmo assim qualquer dia é capaz de se pagar um imposto por excesso de peso, mais ou menos como se faz com a bagagem. Entendo perfeitamente que a imagem seja importante, não vale a pena é confundir o corredor do avião com a passarela da Paris Fashion Week!
Isto tudo para dizer que já viajei algumas vezes na TAP, e, não sendo uma passageira insatisfeita, daria muito mais valor a um(a) hospedeiro(a) afável e com a sua barriguinha do que a um corpinho danone com atitude ríspida e distante em relação aos passageiros.
É que o caráter não se mede aos centímetros.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

It could be my place


Este podia ser o meu sítio. A saudade vive comigo. (Aliás, como quem não vive ela?) Saudade do bom que já passou e saudade de quem está longe. Quase todas as pessoas que me são próximas estão longe. Quão longe? Centenas ou milhares de quilómetros, não passa disso. Não tenho, mais, aquela distância imensurável a separar-me das pessoas que mais gosto. E agora a minha saudade é mais doce. É a saudade que todos deviam ter.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O poder daquela palavra

Quão importante é dizer que amamos alguém? Muito para alguns, indiferente para outros... Há quem use a tal palavra composta todos os dias, a toda a hora, e até mal se conhecendo. Mas porquê? Afinal não se trata de uma palavra que reflete o sentimento mais nobre que podemos sentir por alguém? Não gosto da ideia de se ter tornado uma coisa banal. O amor não é uma coisa banal, de todo. E expressa-lo também não devia ser. 

Esta coisa de nos revermos numa letra

Para ser sincera, por cada 10 músicas que oiço consigo rever momentos da minha vida pra'i em 8. Esta não é excepção:



Pondo de parte o facto deste Senhor ser genial... Lembrar os momentos menos bons que passámos também ocupa parte do nosso tempo feliz. Estes versos são a prova que até a partir dos dias tristes que passam se conseguem criar coisas maravilhosas. Nem parece uma letra triste, pois não?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

sábado, 27 de julho de 2013

Ainda respiro!

É verdade... Isto parece morto mas a proprietária ainda sobrevive, o tempo é que parece escassear. Dizem que uma imagem vale por 1000 palavras, vou deixar aqui algumas e daqui a uns dias trago as palavras.







quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nunca o nome deste blogue me fez tanto sentido

Viver no meio do Oceano também é o imenso de viver isto, de ver algo crescer depois de ter pensado que o que nos separava era bem mais que um Oceano. Às vezes o que separa as pessoas é só o medo. Medo de ser feliz? Porquê? É o melhor do mundo! Medo só se for de perder tempo a ter medo de ser feliz...


E hoje escrevo isto MUITO FELIZ, porque os melhores momentos são os imprevistos!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O meu amor é doce


Sou uma menina feliz, mas consigo ser ainda mais feliz quando tenho comigo a pessoa que me aquece o coração. O meu amor é doce e simples, não obedece a estereótipos, e aparece sempre sem avisar. Vive de segundos de paixão, minutos de cumplicidade, horas de carinho e todo o tempo de amizade. E se a felicidade é um caminho, que o meu fado seja percorrê-lo ao teu lado.

domingo, 16 de junho de 2013

As meias-palavras

Nunca gostei das meias-palavras. Aliás nunca gostei de nada pela metade. Gosto do sim e do não e de saber o que quero, nunca da indecisão. As coisas pela metade nunca são gloriosas, são fracas, não vencem. Elas até podem acrescentar alguma coisa à nossa vida, mas nunca o suficiente. As meias-palavras são a ilusão de que um dia possam ser palavras no seu todo, mas na verdade nunca o chegam a ser. Vamos perder a vergonha e falar por inteiro? A integridade sempre me pareceu bem.

Paz



Viver sem medos, aproveitar os minutos, um a um, ter paz é o que quero.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vocês não sei

... mas eu cá quero ter um puto castiço como este ;)


Each one is special in his own away

Acabei agora de ver este filme. Não se guiem pelo trailer, o conteúdo vai muito além da típica história dos vizinhos que se conhecem. Não é uma obra-prima mas acreditem que merece ser visto, é o perfeito exemplo de que cada uma é especial à sua maneira. E de que o amor não ultrapassa todos os obstáculos.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Das teorias de sempre #1


É verdade que só sentimos falta das coisas que "tínhamos na mão" quando as perdemos ou deixamos ir? Pessoalmente não digo nem que sim nem que não. É um talvez (e eu nem gosto muito das coisas que não são sim nem sopas...), porque depende do que perdemos, da idade com que o perdemos e das voltas que a vida dá. A verdade é que aquela coisa a que chamamos nostalgia é real! Existe mesmo, gostamos de recordar o que passou, com uma certa saudade, com a vontade de repetir o momento, quando temos noção que foi bom e que de alguma maneira nos fez felizes. Não foi isso que aconteceu? Então fizemos bem em deixar ir, porque, às vezes, quando perdemos, ganhamos.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Só mais esta...

Pois é! Somos egoístas! Faz parte! Não gostamos de estar sozinhos (bem, às vezes gostamos... quando nos convém, quando estamos cheios de ouvir os outros, quando precisamos de "arejar" as ideias) porque estar sozinho, apesar de tudo, é triste, significa que não temos alguém que quer partilhar o seu tempo connosco. E o ego?  Sabe bem saber que há uma pessoa, ou várias, que estão lá para nos suportar nos bons e maus momentos, ou que simplesmente nos "dá bola", porque é engraçado, sobe logo a nossa auto-estima (sim, principalmente para quem não consegue ter estima por si próprio, saber que há quem lha tenha deve ser uma boa sensação!).
No Amor não há lugar para egoísmos. Há lugar para nos construirmos, para sermos nós mesmos e para sermos felizes a 200%!

Vamos deixar de confundir as coisas...

sábado, 11 de maio de 2013

Foz #1

Era bom saber fotografar e ter uma máquina para lá de espectacular. Para já contento-me com a minha compacta e um passeio à Foz do Douro =)




E sim, eu admito que tenho um certo prazer em fotografar casais desconhecidos... 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

"O que se passa na minha vida...

... é banalizado no facebook".
Esta passou a ser a realidade de muita gente e sinceramente é uma realidade muito triste. Também já fui pessoa de publicar muitas coisas pessoais naquela que é a rede social mais popular dos nossos dias, mas felizmente essa fase passou-me. E hoje penso que se não tivesse uma conta nesta rede tinha evitado alguns momentos desagradáveis.
No outro dia ouvi comentar que se sabia da vida da Maria ou do Manel pelo facebook e eu não posso deixar de concordar que muitas pessoas partilham a sua vida e a dos outros como se os 1000 amigos que fazem parte da lista fossem mesmo pessoas especiais com quem queriam partilhar um momento bom ou um menos bom.
Só que os meus amigos não são aqueles cujas novidades me chegam pelo feed de notícias...

terça-feira, 30 de abril de 2013

Todos os dias me apaixono

Por um pacotinho de açúcar da Nicola!


É fácil trocar palavras

"É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!

Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."

Fernando Pessoa (só podia...)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Viver, onde?

A pedido de muitas famílias (foi só uma, na verdade) cá vim eu escrever qualquer coisinha...
Pois é, passei de "viver no meio do oceano" a "viver num centro urbano", e só me recuso a mudar o título do blogue porque foi precisamente por viver numa ilha que resolvi começar a escrever. Mas afinal o que é melhor: viver numa ilha ou numa "grande" cidade? É esta a pergunta que muitas pessoas me fazem. A resposta não é clara, porque o modo de vida é tão distinto que é difícil encontrar-mos meios de comparação. Começo pela principal diferença: o movimento! Nada a ver!!! A vida numa ilha é muito mais calma, e uma grande parte do tempo gosto disso (gostava quando lá vivia...), sentimos-nos mais tranquilos, sem pressas, e por mais incrível que pareça isso reflecte se mesmo na maneira como trabalhamos, aproveitamos a vida, atendemos às responsabilidades e ainda nos sobra tempo. É como se uma hora tivesse 120 minutos. Na cidade não. Mal damos por nós já passou um dia, no meio de trabalho, transportes públicos, uma ida ao supermercado, um café, ginásio, não nos sobra tempo. Vejo todas as pessoas apressadas na rua e é como se eu também fizesse parte deste ritmo frenético. A vontade de acordar e sair de casa também é muito distinta, ora vejamos, gostavam mais de sair de casa para passear no meio de prédios, ouvir o barulho incessante de autocarros e ambulâncias, enfrentar temperaturas mínimas de 2, 3 ou 4ºC, ou de sair com temperaturas amenas, num dia de sorte ir até à praia ou simplesmente sentar-se num café a contemplar o mar, ou dar um passeio sem ter de esperar 5 minutos de cada vez que queremos atravessar a rua e não podemos só porque o sinal está vermelho para os peões? Pois é... São coisas muitos pouco comparáveis e por isso é que muitas vezes penso que "Viver no meio do Oceano" era muito bom, uma qualidade de vida que muitas pessoas não conhecem e nunca vão ter oportunidade de conhecer e, que felizmente eu tive oportunidade de vivenciar. Só que nem tudo são rosas... E o poder ter acesso a coisas que aqui nos parecem tão básicas como ir ao cinema, ao teatro, ou outras actividades culturais que muitas vezes são de entrada livre, ver artistas de rua (e Homo gunae a pedir dinheiro também, para quem não conhece faça favor de dar um passeio pela bela cidade Invicta, tenho a certeza que rapidamente dão com um ou vários exemplares), imensos transportes públicos, viagens low cost, cafés ou lounges inovadores e que nunca paramos de descobrir. Podem parecer coisas fúteis para os mais fanáticos hippies que não abrem mão de um simpático modo de vida zen e longe de confusão, contudo a verdade é que o homem se habituou a viver na era tecnológica e a vida não seria a mesma coisa se voltássemos a andar em carroças e ler à luz de candeeiros a petróleo, certo?
Não posso dizer que gosto mais de viver na Invicta ou que gostava mais de viver na minha querida Ilha Terceira, o ideal seria juntar o melhor das duas, a minha família e amigos e ser muito feliz. Dizem que a felicidade não é um destino, mas sim um modo de vida. Para mim hoje é dia de ser feliz. Vou fazer com que todos tenham o mesmo propósito!


quarta-feira, 10 de abril de 2013

O que ainda tenho por fazer #2


Vamos lá a ver... Com este vídeo vão duas coisinhas que eu ainda tenho por fazer: assistir a um concerto do Tiaguinho e conhecer a Islândia. O vídeo foi filmado pelo próprio na bela ilha. Vamos?

quarta-feira, 27 de março de 2013

¿Qué puedo pedir más?

Recuando uns bons meses atrás, ainda eu andava à boa vidinha na bela Ilha Terceira e já dizia que quando viesse para o Porto tinha de fazer mil e uma coisas que ainda não tinha feito até aqui e que lá estava impossibilitada de fazer. Uma delas era aproveitar o facto de poder viajar pela Ryanair, o que de si não é grande conforto, mas cujo preço combina com a minha carteira. Na verdade não sou muito pro nestas andanças de marcar-viagem-mais-planear-roteiros-e-etc, ainda assim sei que eu e a minha companheira de viagem vamos fazer tudo correr pelo melhor, não é D.?




Todas as fotografias que encontro são maravilhosas!


terça-feira, 26 de março de 2013

O nome da criança

A propósito de andar a visitar um babyblog fui remetida para a lista de nomes registados em Portugal no ano passado. Ora vamos lá ver o que eu encontrei:

Aboubacar. Não vos remete a algum stand automóvel à beira da Estrada Nacional?
Ralph; Tommy. Azeiteiros a tentar dar nome de marca ao puto??
Ambrósio. Apetecia-me tomar algo!
Rayana; Riana; Rihana. Não vais ter o nome daquela-que-leva-porrada-mas-volta-para-o-namorado, mas se for parecido serve...
Leôncio; Leontino. Devem ser primos da miúda da Luciana e do Djaló...
Apolónia. Parece-me claro onde é que esta criança foi concebida...
Eriksson. A mãe tem criatividade zero, o pai devia estar a sonhar com o treinador, e pumbas, fica Eriksson e não se fala mais nisso.
Amora. Segundo nome deve ser Silvestre, não?
Anja. Anja-da-guarda não foi autorizado?
Mustafá? Só pelo nome já não vai ser boa peça...

Isto é uma lista que nunca mais acaba, eu é que não tive coragem de ler tudo, mas ideias originais não faltam nesta lista! O meu nome foi registado 11 vezes, não está mal, estou a ver que ainda há por aí alguns pais que se inspiram em desenhos animados...


terça-feira, 19 de março de 2013

Sabem o que é que eu gosto mesmo?

Ver as pessoas felizes! E se forem amigos é a cereja-no-topo-do-bolo. Como dizia o nosso querido Raul Solnado: "Façam o favor de ser felizes"!


segunda-feira, 18 de março de 2013

De que é feita a saudade?

A saudade é feita de pessoas, momentos, palavras, gestos, carinho. A saudade é feita de amor. Tantos são os que amam como os que pensam não ser capazes de amar. A saudade dói. Mas dói mais não fazer nada para a matar.


terça-feira, 12 de março de 2013

Ver com os próprios olhos

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio tecto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
Amyr Klink


quinta-feira, 7 de março de 2013

Absent

Ausente do blogue, presente noutros caminhos que vão surgindo. Sabem porquê?


Para quê desperdiçar o nosso tempo com a pensar no que passou enquanto podemos aproveitar o pouquinho que nos falta para nos realizarmos?


Ps: a partilhar o mais recente vício, acho maravilhoso o trabalho destes dois Senhores!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

"There's always sunshine after rain"


Às vezes tudo o que precisamos é de ganhar coragem para mudar aquilo que não gostamos, esquecer o que nos faz mal, e aprender a ser feliz sem olhar ao que já passou. Pode não ser tarefa fácil, mas não há nada que nos possa ajudar a não ser nós mesmos.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Recomeçar...

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo e esquecer os caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia; e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

As formas do Amor

Tudo começou porque a vida me reservou uma surpresa e um dia, sem estar à espera, apareceu alguém que me fez voltar a ser feliz de todas as formas. Um dia, sem querer, e numa situação que podia fazer um céptico acreditar no destino, conheci uma pessoa que me fez querer viver mais todos os dias. A vida é bela quando estamos apaixonados. A pessoa é perfeita e os momentos que passamos com ela também o são. Sentimos-nos donos deste mundo e de outro. Como por magia, tudo o que era menos bom na nossa vida é esquecido, e a única cara que temos para mostrar é a de felicidade. As outras ficaram fechadas num baú sem que déssemos conta que tivessem deixado de ter uso. E a paixão é isso: querer estar com a pessoa a toda a hora, querer conhecer mais, saber gostos, sonhos, projectos... Pode não ser nada de extraordinário mas naquele momento tudo parece completar os pedacinhos que pareciam faltar no que tínhamos delineado para o futuro. É um período mágico. E podia ter continuado a sê-lo, se a vida fosse tal e qual aquilo que sonhei acordada.
Um dia alguém me perguntou se tinha sido amor? Eu não soube responder.
E só há instantes percebi que o amor é muito mais do que aquilo que imaginava ser. Porque apesar de tudo senti hoje uma compaixão que nunca tinha sentido. A vida é f*****. No dia em que dá a mão a uns, passa rasteiras a outros. Eu sei e ele sabe que é alguém muito especial e a quem o mundo sorri constantemente. Só lhe faltam aquelas pequenas grandes coisas que faltam a tanta gente: coragem, fé e força de vontade. A medida de ultrapassarmos os obstáculos é agarrar estas três coisas e ir à luta. Só ele pode encontrar a motivação que precisa para ultrapassar a situação em que está. Mas se eu pudesse... Se eu pudesse dava um mundo perfeito às pessoas que amo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

For God's sake!

Tirem-me deste filme faxabor!!! E deêm-me uma vida assim mais para o normal! Quer dizer se fosse normal não tinha metade da piada, nem do pânico, nem da desgraça, nem de... Pronto fico com esta então.

É linda, não é?



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Devagar


Como é que isto só tem qualquer coisa como 5000 visualizações? Anda tudo a dormir? Ninguém gosta de boa música PORTUGUESA?? Esta-música-é-perfeita! Está seguramente na lista das minhas mais-que-tudo :') Ai ai...

Bom dia alegria!


Bom dia, boa semana e que venha cheia de energia!! Boa energia como esta :) ***

domingo, 13 de janeiro de 2013

Vazio

Como é que às vezes temos tudo e continuamos a sentir-nos como se não tivéssemos nada?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Life's a fucking irony!

É, não é? Parece que nunca estamos bem como estamos... Nunca somos capazes de dar valor ao que temos e quando nos deparamos com uma situação deveras pior à que estávamos anteriormente é que conseguimos perceber que afinal não era assim tão mau e não realidade tudo o que nos faltou foi deixar de perder tempo com as situações menos boas do dia-a-dia, a que no fundo todos nos somos expostos, e dar mais valor ao MÁGICO que é podermos ter mais um dia de vida, com saúde e com pessoas que gostam de nós (as outras enfim... também temos de levar com elas).
Basicamente é isto: a vida é mesmo irónica. Fazemos planos e mais planos para no final nos saírem as voltas todas trocadas. Porque o destino existe... e apesar de podermos moldar uns pequenos aspectos da nossa existência, há algo mais forte a comandar.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Respect

Eu não sou uma pessoa mesquinha, mas se as pessoas fazem para descer na minha consideração, também não sou senhora e dona para fazer milagres... Porque só merece o meu respeito quem me sabe respeitar. E consideração idem idem, aspas aspas. Quem não conhece a famosa expressão: "cresce e aparece"?

sábado, 5 de janeiro de 2013

Remember me

"Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre." Dito isto, e depois de mais um revisão, com lágrimas à mistura, deste filme, só posso dizer que continua a ser dos meus favoritos. O trailer mostra uma visão mais romântica, mas o filme vale muito a pena. Uma lição de vida.